22 de abr de 2011

6º Capitulo de Escrito com Sangue 2!

-Oi Luh!Tudo bem?- Eu disse, tentando saber porque estava tão preocupada.
-Oi Isa! Preciso falar com você, estou em uma fase muito séria!!- Ela disse, com uma cara de SUPER preocupada.
-Fala logo!!-Sentamos, para falar mais...
-Amiga...Eu não sei como te dizer o que sinto, o que está acontecendo comigo!-Ela disse, tentando dizer o que estava sentindo.
-Fale de qualquer jeito, começei a ficar curiosa!!
-Ammm...Estou...Apaixonada!!
-Séério? Quem é o sortudo?!-Eu disse, suuper curiosa!
-Ahh... Eu nunca vi ele...
-Ã?Coomo?-Eu disse, não entendendo.
-Ahh.. Eu conheci ele na internet!-Ela disse, com uma cara de medo.
-Séério? Ah...Mas... Como ele é?
-Ele? Ele está vindo para cá!! Amanhã cedo ele chega, e encontrarei ele na rodoviária!!
-Quee? Ohh..Oh My God!!
-Sim, eu sei, AI MEU DEUS!O que eu faço?
-Ahh.... Eu vou junto a você na Rodoviária!
-Será que ele não fará nada com nós?
-Espero que não!
-Ok...Tenho que ir, Beijinhos!
-Tchau!-Disse, enquanto Luisy saia.
Que estranho...Luisy, estava apaixonada por alguém que nunca conhecerá, isso quer dizer, conhecera, mas não vira. E, Nós temos que ver para crer...Espero que dê tudo certo na rodoviária. E que ele seja bonito, legal, e Leal. Olhei no meu relógio difital rosa de pulso. Já eram 6 horas da tarde!Sai de casa, fui andando pela rua. Abri a porta de meu carro preto. Entrei, e liguei-o. Fui dirigindo, para algum lugar. Parei na frente da padaria, uma das mais conhecidas da cidade. Sai do carro, e fechei-o. Entrei na padaria, e fui até os salgados. Vi um pão de queijo que parecia murcho. Depois, uma cochinha de catupiry -coisa que não gosto. E, mais depois, vi um pastel que parecia estar ótimo! Começei a comer.Depois que comi, peguei meu carro, e fui embora. Cheguei em casa,e vi que ela estava diferente. Alguém havia pichado a parede.Ahh!
"O que você fez com ele, eu vou fazer com você!" Estava escrito... de Vermelho... Fui perto. E cherei. Era sangue... Sim... Estava Escrito com Sangue. E não fazia muito tempo que haviam feito aquela barbaridade. E... Tudo fazia sentido. Mesmo, sabendo quem era que tinha feito aquilo, não queria pensar que fosse ela. Ela... Como era possível? Ah! Como ela havia mudado, em?

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